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Resumo: Breve histórico, principais fatores de risco e indicadores financeiros da Algar Telecom
Histórico da Companhia

Da fundação aos dias Atuais

A Companhia foi constituída em Uberlândia, Minas Gerais, no ano de 1954. Com o propósito de facilitar a comunicação dos moradores de regiões consideradas remotas naquela época, a Companhia adquiriu várias concessões municipais nas cidades vizinhas.

Em 1972, com a criação da Telecomunicações Brasileiras S.A. e suas subsidiárias (em conjunto, “Sistema Telebrás”) e aquisição de quase todas as empresas telefônicas do Brasil pelos Sistema Telebrás, o controle da maioria das operadoras de serviço de telefonia passou para o Governo Brasileiro. A Companhia permaneceu com seu controle privado em virtude, principalmente, do fato de suas concessões estarem tecnicamente atualizadas e aptas à integração com o restante do Sistema Telebrás.

Outros eventos relevantes na história da Companhia foram, em 1992, o início da prestação de serviços de engenharia de redes e telecomunicações. Em 1993, a Companhia começou a prestar serviços de telefonia celular em sua área de concessão e em 1996 adquiriu as empresas Ubercabo S/A e TV Vídeo Cabo de Uberlândia Ltda., ambas prestadoras de serviços de TV por assinatura.

Em 1997, ano marcado pela privatização do sistema Telebrás, a Companhia deu continuidade ao crescimento de seus negócios, constituindo uma empresa de serviços multimídia, a Engeredes Redes Multimídia S.A. No ano seguinte, em 1998, inaugurou a ACS, atual Algar Tecnologia, primeira empresa no Brasil a operar seu contact center em um prédio totalmente concebido para tal fim e a prestar serviços a clientes estrangeiros.

Em 31 de dezembro de 2001, a Companhia cumpriu antecipadamente as metas de universalização que deveriam ser cumpridas até 2003 e foi autorizada a prestar o serviço de longa distância nacional e internacional para qualquer parte do território nacional por meio de seu código de seleção de prestadora (12). Em 2002 ocorreu a expansão do contact center, com a construção do segundo site em Uberlândia (MG). Com isso, a capacidade do serviço alcançou 3.300 posições de atendimento.

Com a obtenção de Autorização junto a ANATEL para atuar em novas regiões, em 2003 a Companhia e suas controladas iniciaram a expansão da prestação de serviços de telefonia fixa e dados para outras localidades fora de sua área de concessão.

Com foco em expansão a Companhia adquiriu em 2004 um provedor de Internet, o Net Site S.A., localizado na cidade de Ribeirão Preto (SP) e em outubro de 2005 a Algar Tecnologia inaugurou na cidade de Campinas (SP) um novo site de contact center, com 1.500 posições de atendimento.

Em dezembro de 2005, a Companhia adquiriu também a Algar Multimídia (ex-Iqara Telecom Ltda.), empresa provedora de acessos last mile – serviço de interconexão corporativa dedicada que permite a interligação entre matriz e filiais ou parceiros de negócios de forma segura – e serviços de conectividade na área metropolitana de São Paulo, com uma rede de 172 km localizada nas principais áreas de interesse comercial da cidade. Esta aquisição foi fator preponderante para a aceleração do crescimento geográfico focado no mercado de clientes corporativos (“B2B”), planejado pela Companhia. Ainda em dezembro de 2005, a Companhia renovou seus contratos de concessão para a prestação dos serviços de telefonia fixa por mais 20 anos, até 31 de dezembro de 2025.

Em 2007, a Companhia obteve o seu registro de companhia aberta, categoria “B”, perante a Comissão de Valores Mobiliários e realizou a primeira emissão pública de debêntures, passando a aprimorar ainda mais a transparência na divulgação de informações e no relacionamento com o mercado. Ao final de 2007 houve, ainda, a aquisição pela Companhia, de licença 3G para os 87 municípios de sua área de concessão. Assim, além dos serviços de telefonia fixa, telefonia celular e banda larga fixa, passou a ofertar, também, a banda larga 3G com os benefícios da mobilidade.

Ainda em 2008, visando aumentar o valor agregado dos seus serviços, a Companhia e suas controladas ampliaram o escopo de atuação de seu negócio de contact center, passando a ofertar também serviços de Business Process Outsourcing – BPO e TI.

Em 2010 a Algar Tecnologia adquiriu a empresa Synos Technologies – fábrica de desenvolvimento e manutenção de software – para fortalecer o segmento Tech – BPO/Gestão de TI, fortalecendo a presença no mercado de Belo Horizonte, Brasília e Rio de Janeiro. A Companhia realizou o lançamento da CTBC TV – TV via satélite, inicialmente nos 87 municípios da área de concessão. No primeiro ano o produto atingiu 47 mil clientes. Outro importante marco foi a aquisição da Banda H, autorização da última faixa de frequência disponível da terceira geração da telefonia celular (3G) em localidades radiais à atual área de atuação, com DDDs 34, 35 e 37. No final do ano seguinte, a Companhia e suas controladas iniciaram a oferta, para 19 cidades (de um total de 233 permitidas), de pacotes que combinam os serviços de Internet banda larga, TV por assinatura, telefonia móvel 3G e telefonia fixa.

Em 2012 a empresa realizou a 2ª emissão pública de debêntures, incrementou o pacote de TV por assinatura com 40 canais HDTV e ainda, ampliou, por meio da Algar Tecnologia, em 30% a capacidade do data center de Campinas. Com o objetivo de melhorar a qualidade dos serviços e atendimento dos clientes, a Companhia reorganizou, em 2013, toda a operação de instalação e manutenção dos seus produtos e serviços, bem como de operacionalização das redes através da internalização parcial da subsidiária Engeset. O segmento Tech – BPO/Gestão de TI foi integrado à Algar TI, reforçando o seu portfólio de serviços gerenciados. Neste mesmo ano, a CTBC passou a se chamar Algar Telecom e o nome CTBC transformou-se em uma marca exclusiva do mercado de clientes de varejo (“B2C”).

No início de 2014, a subsidiária Algar Tecnologia adquiriu a empresa Asyst, com atuação na Argentina e no Chile. Com isso, a Companhia fortaleceu o seu portfólio de serviços gerenciados de tecnologia da informação e comunicação. Neste mesmo ano, a Companhia iniciou novo ciclo estratégico e estruturou um Programa de Eficiência Operacional o qual denominou – Programa Transformação – implantando diversos projetos e inciativas que conferiram ganhos importantes que se refletiram em aumento de margens operacionais desde então. Acontece também a 3ª emissão pública de debêntures e a Companhia adquiriu a licença do 4G (faixa de frequência de 700 MHz) na sua área de concessão – 87 municípios já atendidos nos Estados de MG, SP, GO e MS.

Ainda em 2014, a Companhia assinou, junto a três outras empresas, um contrato para a construção de um novo cabo submarino de fibra óptica que conectará o Brasil aos Estados Unidos, de Praia Grande (SP), passando por Fortaleza (CE) até a cidade de Boca Raton (Flórida, EUA). A nova rota terá aproximadamente 11 mil Km de extensão e permitirá a oferta de serviços de maior capacidade e qualidade (HD/4K) aos clientes. Neste mesmo ano foram feitas as expansões radiais para o mercado B2B nas cidades de Belo Horizonte, Brasília, Campinas, Curitiba, Rio de Janeiro e São Paulo. Também iniciado um projeto piloto com clientes MPE’s fora da área de concessão, nas cidades de Belo Horizonte, São José do Rio Preto e Ribeirão Preto. O resultado desse projeto piloto, tornou-se a base para o modelo de crescimento em clientes MPE para novas geografias.

Em 2015, a Companhia realizou a 4ª emissão pública de debêntures e, sua controlada Algar Soluções adquiriu a Optitel, empresa de telecomunicações sediada em Getúlio Vargas, Rio Grande do Sul. O investimento representou o acesso da empresa a uma rede de fibra ótica de 9.500 quilômetros, instalada em uma área de cobertura que abrange 237 cidades nos estados do Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul.

Em 2016, além da realização da 5ª emissão pública de debêntures, a Companhia trabalhou na integração e consolidação da rede adquirida no Sul do país, foi pioneira no lançamento dos serviços de 4G na frequência de 700 MHz, as novas redes aumentaram a velocidade de transferência de dados em até nove vezes em relação à rede 3G. A Companhia incorporou a Image Telecom TV Video Cabo Ltda. e, consequentemente, englobou em seu  objeto social, os serviços de TV por assinatura. A Expansão Sul no mercado B2B também se consolidou, com a preparação de 15 novas cidades para receber o portfólio de produtos para clientes corporativos e investimentos na melhoria da qualidade e resiliência da rede.

Em 2017 a Companhia seguiu alinhada à sua estratégia de crescimento focada nos clientes B2B, aumentando sua participação na região Sul do país com a entrada em 19 novas cidades, explorando e expandindo a rede de fibra ótica adquirida ao final de 2015. Além disso, já foram adicionadas este ano, outras 13 cidades, situadas nos estados São Paulo, Minas e Rio de Janeiro. Atualmente o segmento de Telecom da Companhia está presente em 250 cidades além das 87 que compõem sua área de concessão.

Em abril deste ano, foi realizada a 6ª emissão pública de debêntures, alcançou-se 100% de cobertura 3G nas áreas de atuação no B2C, aumentou-se a cobertura 4G nas frequências 700Mhz, 1.800Mhz e 2.100Mhz, para mais 13 cidades e se lançou a tecnologia 4,5G para cerca de 45% dos usuários. A Companhia ampliou sua rede de Ultra Banda Larga (UBL) atingindo, em dezembro de 2017, 46% da base de banda larga fixa dos clientes B2C. Por fim, foi finalizada a implantação de cerca de 11.000 km de cabo submarino, conectando as cidades de Praia Grande (SP) e Fortaleza (CE) a Boca Raton (Flórida, Estados Unidos).

Em 2018 a Companhia iniciou suas operações com o cabo submarino, reduziu os custos de aluguel de conexão internacional e passou a atuar no Nordeste do País com uma rede metropolitana em Fortaleza – CE. Além disso, a Algar Telecom recebeu o GIC (Fundo soberano de Cingapura) como acionista e adquiriu os ativos da Cemig Telecom, que contribuiu para a expansão geográfica, principalmente no Nordeste. Com o intuito de possibilitar o desenvolvimento de soluções disruptivas de forma mais ágil, a Companhia iniciou o projeto da Estação, uma área que atua em duas tribos: TIC e Experiência digital de cliente.

Principais Riscos Assumidos

A crescente utilização dos serviços de dados em substituição aos serviços de voz tradicional e às comunicações via serviço de mensagens curtas, ou SMS pode gerar efeito material adverso sobre os negócios, resultados operacionais, condição financeira e perspectivas da Companhia.

A Companhia está sujeita a erros, atrasos ou falhas de medidas de segurança de tecnologia da informação (“TI”) (incluindo ataques cibernéticos ou hackers), que poderão também ser violadas ou comprometidas, além de estar sujeita a indisponibilidades imprevistas de sistema de TI, que podem resultar em indenizações e na perda da confiança de clientes na segurança dos serviços, afetando adversamente as receitas da Companhia.

A Companhia pode ser impactada adversamente caso os tribunais e autoridades fiscais passem a interpretar normativos tributários de maneira distinta da atual.

Os contratos financeiros e outros instrumentos representativos das dívidas da Companhia possuem obrigações específicas, sendo que qualquer inadimplemento em decorrência da inobservância dessas obrigações pode afetar adversamente e de forma relevante a condição financeira da Companhia e sua capacidade de conduzir seus negócios.

A incerteza contínua nos mercados financeiros globais e na economia global pode negativamente afetar os resultados financeiros da Companhia.

A falta de disponibilidade de financiamento para o programa de investimentos da Companhia pode afetar a capacidade competitiva, negócios, condição financeira e resultados operacionais da Companhia.

A perda de membros da alta administração da Companhia ou sua incapacidade de atrair e manter pessoal pode ter um efeito adverso relevante sobre as atividades, situação financeira e resultados operacionais da Companhia.

A Companhia pode ser incapaz de responder à tendência recente de consolidação do mercado brasileiro de telecomunicações.

A necessidade de obter capacidade adicional para a rede da Companhia com outros provedores poderia aumentar os custos da Companhia. Além disso, a necessidade de interligar a rede da Companhia a redes controladas por terceiros poderia aumentar os custos da Companhia.

As operações da Companhia dependem de sua rede de telecomunicações. Uma eventual falha dessas redes pode causar atrasos ou interrupções no serviço, o que pode reduzir ou inviabilizar a capacidade da Companhia prestar os serviços adequadamente a seus clientes.

A Companhia enfrenta diversos riscos de operação que podem afetar negativamente os seus resultados operacionais.

Decisões judiciais desfavoráveis podem afetar adversamente os resultados operacionais da Companhia e eventuais divergências na interpretação da legislação entre a Companhia, suas controladas e as autoridades competentes podem trazer efeitos adversos relevantes à Companhia e suas atividades.

A Companhia celebra contratos de longo prazo e contratos de preço fixo com seus clientes. Se a Companhia não definir corretamente o preço desses contratos, sua lucratividade pode ser afetada negativamente.

Aumentos de salários dos empregados da Companhia podem reduzir a margem de lucro.

Os riscos reais ou percebidos para a saúde ou outros problemas referentes à tecnologia de telecomunicações móveis podem levar ao litígio ou diminuição do uso de comunicações móveis, o que poderia prejudicar a Companhia e a indústria móvel como um todo.

A Companhia pode não conseguir executar integralmente sua estratégia de negócios.

As receitas geradas pela Companhia dependem da manutenção e renovação dos seus contratos de serviços integrados de tecnologia junto aos seus clientes.

A Companhia está sujeita a penalidades por descumprimento das obrigações previstas no Marco Civil da Internet (Lei nº 12.965/2014) na provisão de conexão à internet e de aplicações de internet e na Lei Geral de Proteção de Dados (Lei nº 13.709/2018)

A Companhia pode ser responsável pelas informações que os proprietários ou distribuidores de conteúdo distribuem ao longo da rede.

As vendas da Companhia podem ser suspensas em razão de problemas com a qualidade dos seus serviços.

O uso não autorizado da rede de telecomunicações pode afetar adversamente os custos e resultados operacionais da Companhia.

Danos não cobertos pelos seguros contratados pela Companhia poderão resultar em prejuízos, impactando de forma adversa os negócios da Companhia.

A propriedade intelectual e os direitos de propriedade de terceiros podem impedir a Companhia de usar a tecnologia necessária para fornecer os serviços da Companhia ou sujeitar a litígios de propriedade intelectual.

Dificuldades técnicas na portabilidade de clientes para as redes da Companhia, devido à ausência de cooperação dos concorrentes, podem atrasar a migração dos clientes.

Os interesses dos atuais acionistas controladores da Companhia podem ser conflitantes com os interesses dos demais acionistas.

A integração dos negócios adquiridos ou incorporados pelas controladas e controladora e dificuldades na implementação do plano estratégico podem ter um efeito relevante adverso nos resultados da Companhia.

Caso um ou mais clientes do segmento Tech – BPO/Gestão de TI, controlada da Companhia que possui sua receita concentrada em poucos clientes, venha a rescindir seus contratos, os resultados e negócios do segmento Tech – BPO/Gestão de TI podem ser adversamente afetados e atingir os resultados e negócios da Companhia.

A Companhia pode enfrentar situações de conflito de interesses nas operações com partes relacionadas.

Certos insumos-chave estão sujeitos a riscos relacionados à importação e a Companhia adquire outros insumos-chave de um número limitado de fornecedores domésticos, o que pode limitar ainda mais a capacidade da Companhia de adquirir tais insumos de forma oportuna e econômica.

As operações e investimentos internacionais expõe a riscos que podem afetar o negócio da Companhia.

Companhias do setor de telecomunicações dependem de vários fornecedores de tecnologia, equipamentos e serviços, sendo que dificuldades no fornecimento de produtos e serviços essenciais ao desenvolvimento de suas atividades podem afetar negativamente seus negócios.

A Companhia pode não ser capaz de repassar integralmente aos clientes os aumentos de custos em que incorre, incluindo os aumentos de preço de fornecedores.

A edição e/ou alteração de legislação que trata da prestação de serviços terceirizados, podem ter um efeito relevante adverso nos resultados da Companhia e controladas.

O mercado em que a Companhia atua e seu negócio dependem dos serviços de telecomunicações e energia elétrica. O desenvolvimento inadequado da infraestrutura da rede pública necessária para expansão das atividades da Companhia poderá causar um impacto adverso ao seu negócio.

A maioria dos centros de serviços da Companhia opera em propriedades alugadas ou arrendadas e a incapacidade da Companhia de renovar seus contratos de locação ou arrendamento em termos comercialmente aceitáveis pode afetar adversamente seus resultados operacionais.

A Companhia pode experimentar uma diminuição na base de clientes e alta taxa de rotatividade de clientes, que podem aumentar os custos operacionais e reduzir a receita.

A Companhia está sujeita ao risco de crédito relacionado aos clientes.

Alguns dos contratos de longo prazo celebrados pela Companhia com clientes contêm disposições que permitem a rescisão unilateral de tais contratos por seus clientes.

Os negócios da Companhia, resultados operacionais e condição financeira podem ser afetados pela taxa de crescimento do uso da tecnologia nos negócios e pelo tipo e nível de gastos com tecnologia por parte de seus clientes.

A Companhia investe tendo como base projeções de demandas que podem ser imprecisas devido à volatilidade econômica e resultar em receitas abaixo do volume estimado.

Eventual elevação nos tributos incidentes sobre o setor de telecomunicações no Brasil pode afetar adversamente os resultados da Companhia.

O mercado de telecomunicações e a base de assinantes da Companhia podem ser afetados adversamente por mudanças na economia brasileira que tenham impacto negativo sobre o poder de compra da população.

A forte concorrência do setor pode reduzir a participação de mercado da Companhia e prejudicar seu desempenho econômico e financeiro.

A concorrência pode se intensificar em virtude do ingresso de novas empresas no mercado, consolidação do setor e do rápido desenvolvimento de novas tecnologias, produtos e serviços.

O setor de telecomunicações está sujeito a frequentes mudanças tecnológicas. A capacidade da Companhia de continuar competitiva depende de sua habilidade de implementar novas tecnologias o que poderá afetar seus negócios.

Eventuais conflitos surgidos com outras companhias quanto à interconexão entre redes de prestadoras de telecomunicações podem afetar adversamente os negócios da Companhia.

Os preços de mercado de muitos dos serviços da Companhia diminuíram no passado e podem diminuir no futuro, resultando em menores receitas e margens do que prevemos.

Se as leis trabalhistas e previdenciárias se tornarem mais rigorosas e onerosas, o mercado em que a Companhia atua e, consequentemente, seus negócios poderão ser adversamente afetados.

A Operação Lava Jato ou investigações similares e a instabilidade política delas resultante podem afetar adversamente os nossos negócios e resultados operacionais.

Alterações na regulamentação, cujos efeitos dependerão do comportamento dos usuários, podem vir a afetar adversamente os negócios das companhias de telecomunicações.

A proposta da ANATEL sobre a consolidação dos preços pode ter um efeito adverso nos resultados operacionais da Companhia. (“Movimentos Regulatórios”)

A extinção de Concessões e Autorizações atualmente garantidas à Companhia pode afetar de forma adversa e relevante seus negócios e resultados operacionais e financeiros. “Movimentos Tributários”

Ampla regulação governamental da indústria das telecomunicações na concessão pode limitar a flexibilidade da Companhia em responder às condições do mercado, à concorrência, a mudanças em sua estrutura de custos ou impactar suas tarifas.

Os resultados operacionais da Companhia podem ser afetados negativamente pela aplicação da regulamentação do Serviço Telefônico Fixo Comutado (STFC) e do Serviço Móvel Pessoal (SMP).

A fiscalização da ANATEL e o não cumprimento da regulamentação aplicável à prestação de serviços de telecomunicações podem afetar adversamente a Companhia, com reflexos em seus resultados e condição financeira.

A Companhia está exposta a riscos em relação ao cumprimento das leis e regulamentos anticorrupção.

As mudanças nas regulamentações que afetam os fornecedores de energia comercial podem aumentar os custos da Companhia.

As empresas da indústria de telecomunicações, incluindo a Companhia, podem ser prejudicadas por restrições relativas à instalação de novas antenas para serviços móveis.

As empresas da indústria de telecomunicações, incluindo a Companhia, podem ser autuadas ou não conseguir realizar a expansão de suas redes em postes de concessionárias de energia por restrições relacionadas a pontos de fixação.

O setor de telecomunicações está sujeito à extensa regulamentação, inclusive ambiental. Requerimentos e restrições das agências ambientais ou alterações nas leis e regulamentos ambientais podem implicar maiores despesas e um efeito adverso para a Companhia.

Evolução Financeira